Deprecast 02 – Os desafios do recém formado

Sejam bem vindos ao Deprecast, o podcast do Vet da Deprê! Podcasts são como programas de rádio, só que disponibilizados online, onde os integrantes podem discutir sobre vários assuntos. E o melhor: vocês podem baixá-los para ouvirem onde quiser!

Neste segundo Deprecast os médicos veterinários Luiz, Humberto, Edgard, João e Isabella discutem sobre os principais desafios do recém formado, desde a escolha da área a seguir até sobre as áreas mais promissoras da medicina veterinária.

A partir de hoje nós pretendemos lançar os podcasts quinzenalmente (eu juro que a gente vai tentar, haha!). Portanto, fiquem de olho, pois sempre vai ter conteúdo novo para vocês às segundas-feiras, :)! Também disponibilizamos o podcast para assinatura no FeedBurner e no Itunes. Os links estão ali embaixo.

Duração: 59 minutos. Data: 17 de julho de 2016.

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Gostaria de aparecer no próximo programa? Envie um e-mail para contato@54.233.75.223 contando suas experiências quando recém-formado ou comentando alguma coisa relacionado a este programa! Ele poderá ser lido no Deprecast 03!

Citado no podcast:

Deprecast 01 – Os desafios da faculdade de veterinária

Sejam bem vindos ao primeiro podcast do Vet da Deprê, o Deprecast! Podcasts são como programas de rádio, só que disponibilizados online, onde integrantes possam discutir sobre vários assuntos. E o melhor: vocês podem baixá-los para ouvirem onde quiser!

Nesse primeiro Deprecast os médicos veterinários Luiz, Humberto e Edgard e as estudantes Pamella e Mirella discutem sobre os principais desafios da faculdade de veterinária: desde como convencer seus pais a aceitarem seu curso até sobre os medos e inseguranças da universidade.

Duração: 60 minutos. Data: 10 de julho de 2016.

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Nas próximas edições nós iremos realizar leitura de e-mails dos ouvintes durante o programa, por isso, enviem e-mail com dúvidas, críticas ou sugestões para contato@54.233.75.223. Quem sabe seu e-mail não é lido ao vivo? 😀

A indústria da carne é “vilã” ou “mocinha”?

Publicação desse tipo sempre gera polêmica, porém, antes de mais nada eu “retiro as luvas de box e saio do ringue” pois essa publicação não é de alguém que está convicto em arrumar uma boa briga, convertendo vegetarianos/veganos à religião dos amantes de churrasco, esse texto talvez nem esteja sendo redigido à você. Absolutamente não! Meu intuito aqui é outro. Todavia, eu espero alcançar aqueles falsos moralistas que condenam o consumo de carne e que muitas vezes utilizam bolsa de couro, mascam chicletes, usam creme rejuvenescedor, alimentam seu cachorrinho com ração, etc., todos obtidos de fonte animal

Já ouviram falar da ecologia rasa e profunda? Tenho notado as pessoas se agarrarem com força numa ecologia rasa e dizerem com orgulho que são socialmente, ambientalmente e (…mente, etc.) corretas. Por exemplo, empresas de automóveis “preocupadas” com o impacto ambiental devido à queima de combustíveis fósseis têm lançado carros parcialmente movidos à energia elétrica, um modelo híbrido diria de passagem, mas que funciona em certa autonomia sem queimar combustível. Você acha que isso é ecologia rasa ou profunda?

Esse é um caso de ecologia rasa, pois elas estão tentando amenizar um problema mas estão se “esquecendo” de outros que, potencialmente, podem causar impacto no meio ambiente, como o pneu (derivado do petróleo). Se fôssemos aplicar a ecologia profunda a mudança, como o próprio nome diz, seria profunda. Em outras palavras, ir a pé para o trabalho já seria a aplicação dessa ecologia. Estamos preparados para isso? (Entenda mais sobre ecologia rasa e profunda)

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Economia verde (foto: Eco4U)

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Médicos e veterinários do bem

Foi publicado no site da ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) um artigo intitulado como “Médicos ou veterinários do mal?” (clique para ler) onde foi exposta de forma errônea a atuação do Médico Veterinário desde seu trajeto na faculdade até a sua formação e atuação na vida profissional.

O artigo atingiu todos da classe veterinária sem fazer qualquer distinção, apunhalando todos envolvidos na profissão com acusações duras e má formuladas, cheias de ódio, informações e referências erradas. Quem realmente vive e ama a veterinária, ao ler tais barbaridades e insinuações em forma de frases, creio que sentiu no fundo da alma a tristeza que a falta de respeito traz.

Todos pensam que o estudante de medicina veterinária foi induzido a fazer tal faculdade pelo amor que sente pelos animais. Com certeza este fato é muito importante para tal decisão, porém, não é o único. Medicina veterinária é ciência e vai muito além do carinho e do amor pelos cachorrinhos e gatinhos.

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Fonte: driggsvet.com

Durante a trajetória do curso é muito explanado sobre ética profissional e bioética, inclusive na grade tem um espaço dedicado a essa matéria, que é onde se determina como nós, médicos veterinários, temos que agir racionalmente e prudentemente. Embora cultivamos todo amor, do cuidado e dedicação com os animais, temos uma obrigação que vai além desses sentimentos, que é o respeito e a valorização da vida animal.

Código de Ética do Médico Veterinário é um instrumento normativo do Conselho Federal de Medicina Veterinária – CFMV – que foi feito para adequar o exercício e caráter profissional com direitos e deveres para a prestação de serviço de excelência ao paciente, ao proprietário e à comunidade em geral. A moral do profissional se fundamenta no cumprimento e obediência dessas regras.

Em relação ao artigo da ANDA, citado acima, temos a opinião do blogueiro Humberto Cunha, a seguir, que tem domínio e experiência na área alimentícia, para ressaltar pontos importantes abordados nas declarações feitas pelo autor do artigo:

O escopo do autor, ao redigir o texto, foi simplesmente atacar todos aqueles que vão contra seus princípios ético-profissionais. Se você ainda acha que somos veterinários do mal, façamos a seguinte reflexão:

  • Por um momento imagine que, a partir de amanhã, não houvesse mais médicos veterinários na indústria da carne (criticados pelo autor). Quais seriam as consequências?

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