11 Dicas que vão facilitar sua vida durante o TCC

Faaaaala, depressivos de plantão! Como havia prometido lá no facebook, hoje fiz a postagem com algumas dicas para a galera que vai começar ou já tá fazendo o TCC. O texto ficou um pouco extenso, mas espero que seja útil pra vocês e que ajude a evitar certos perrengues que sempre passamos quando estamos na fase de monografia. Então vamos lá:

Comece com antecedência

Bom, essa é a coisa mais importante para o seu TCC: ter tempo! Não adianta nada ter ideias e recursos para fazer coisas geniais, se não tiver tempo para realizá-los. Parece clichê, afinal, todos os professores vivem falando isso. Mas quando chega a hora e a gente têm que começar a fazer, percebe que era bom ter seguido os conselhos sobre isso. Não sei se em todas as faculdades é assim, mas onde estudo é preciso apresentar um pré-projeto no penúltimo período. Por conta disso, a gente acaba tendo 2 semestres pra trabalhar o TCC, o que é tempo suficiente para fazer um bom levantamento bibliográfico e realizar seus experimentos. Minha sugestão, então, é que procurem começar a pensar e por em prática seus TCCs com 2 semestres de antecedência.

Área de afinidade

A escolha de um tema com certeza é um dos pontos mais delicados do TCC. Isso porque ou você tem muitas opções e não sabe por qual optar, ou porque você não tem nenhuma opção em mente e não sabe o que escolher. A minha sugestão aqui é escolher um tema em uma área que você tenha afinidade, para que seja prazeroso realizar o trabalho. Imaginem: Se pra quem está fazendo o TCC sobre um assunto que gosta de estudar já é cansativo, para aqueles que pegaram qualquer tema só por indicação ou conveniência será necessário mais esforço e paciência. Se você não tem ideia de um título ou assunto delimitado, mas sabe em qual área quer desenvolver seu trabalho, procure pelo professor responsável pela disciplina da área na sua faculdade. Ele poderá ser seu orientador e com certeza terá dicas e sugestões bastante interessantes para você. Read more

O que você já fez pela sua universidade?

Vi esse texto na página do Igor Suguiura e na hora quis compartilhar aqui com vocês, com autorização dele, é claro. Achei muito válido! 🙂

Gente, uma pergunta pra vocês hoje: O que você já fez pela sua universidade? Hoje estava vindo da UEL bem no meio daquele rebuliço sobre a paralização (com o celular na mão né porque a gente é viciado) e via vários comentários exaltados de alunos bradando aos quatro ventos sobre a ineficiência e falta de apoio do governo para com as universidades. Concordo em gênero, número e grau.

É sabido dos problemas políticos envolvendo a educação superior no Brasil, mas eu te pergunto: o que você já fez pela sua universidade? Isso estava na minha cabeça. O Brasil é um dos poucos países que oferecem um ensino superior totalmente gratuito (pfvr sem aquela lenga lenga de impostos e blá blá) de boa qualidade, mas ao contrário de outros lugares onde o ensino superior é basicamente todo pago, e muito caro, parece que os alunos brasileiros estão muito à vontade em apenas receber e em nada oferecer. Read more

O que os veterinários sabem que os médicos não sabem

Na última semana eu tive a oportunidade de participar de um congresso muito interessante aqui em Londrina, o COPESAH, sobre pesquisa em saúde animal e humana. Um dos enfoques desse evento foi “One world, one health”, frisando a importância de tratarmos a saúde pública como um todo e com equipes multidisciplinares, desde médicos, psicólogos, cirurgiões dentistas, médicos veterinários, etc.

E nisso, eu lembrei de duas palestras interessantíssimas ministradas no TED. Uma da médica cardiologista Bárbara Natterson-Horowitz, que foi convidada para realizar um ecocardiograma em uma chipanzé e que, depois disso, teve sua forma de enxergar a medicina totalmente alterada pela veterinária. A outra é da veterinária Molly Dominguez, que fez uma rápida introdução sobre a importância da veterinária na saúde pública. Esses dois vídeos são interessantíssimos e valem a pena serem vistos por todos os médicos e médicos veterinários!

Para ativar as legendas desse vídeo, é só clicar no quadradinho branco, ao lado da engrenagem que fica abaixo da linha do play.

Interessantíssimo, não é gente?

Para que gostou, a Dra. Bárbara também tem outro vídeo no TEDx, em que ela faz uma abordagem levemente diferente. Esse eu ainda não consegui legendar, mas é bem fácil de entender.

Tenho o coração mole e quero fazer veterinária, e agora?

Já passei por momentos muito difíceis durante todo meu trajeto pela graduação e pela vida de médico veterinário. Momentos de indignação, quando animais atropelados eram levados ao hospital sem o motorista sequer ter parado para socorrer, ou quando aquele meu paciente era vítima clara de maus tratos. Momentos de tristeza, quando eu não consegui salvar a vida daquele paciente crítico, mas que ainda abanava o rabo. Ou ainda daquele paciente que lutou até o fim contra o câncer, mas que infelizmente não resistiu.

A vida do médico veterinário é marcada por diversos momentos como estes em que, muitas vezes, estamos de mãos atadas e o nosso coração fica apertado, pedindo por socorro. E uma dúvida muito frequente, principalmente de pessoas que estão pensando em prestar vestibular para a veterinária é:

– Sou muito sensível e tenho o coração mole, será que vou aguentar ver os bichinhos sofrendo… será que vou conseguir ser veterinária?

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