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Deprecast 02 – Os desafios do recém formado

Sejam bem vindos ao Deprecast, o podcast do Vet da Deprê! Podcasts são como programas de rádio, só que disponibilizados online, onde os integrantes podem discutir sobre vários assuntos. E o melhor: vocês podem baixá-los para ouvirem onde quiser!

Neste segundo Deprecast os médicos veterinários Luiz, Humberto, Edgard, João e Isabella discutem sobre os principais desafios do recém formado, desde a escolha da área a seguir até sobre as áreas mais promissoras da medicina veterinária.

A partir de hoje nós pretendemos lançar os podcasts quinzenalmente (eu juro que a gente vai tentar, haha!). Portanto, fiquem de olho, pois sempre vai ter conteúdo novo para vocês às segundas-feiras, :)! Também disponibilizamos o podcast para assinatura no FeedBurner e no Itunes. Os links estão ali embaixo.

Duração: 59 minutos. Data: 17 de julho de 2016.

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(clique com o botão direito do mouse e “salvar como”)

Gostaria de aparecer no próximo programa? Envie um e-mail para contato@vetdadepre.com.br contando suas experiências quando recém-formado ou comentando alguma coisa relacionado a este programa! Ele poderá ser lido no Deprecast 03!

Citado no podcast:

A indústria da carne é “vilã” ou “mocinha”?

Publicação desse tipo sempre gera polêmica, porém, antes de mais nada eu “retiro as luvas de box e saio do ringue” pois essa publicação não é de alguém que está convicto em arrumar uma boa briga, convertendo vegetarianos/veganos à religião dos amantes de churrasco, esse texto talvez nem esteja sendo redigido à você. Absolutamente não! Meu intuito aqui é outro. Todavia, eu espero alcançar aqueles falsos moralistas que condenam o consumo de carne e que muitas vezes utilizam bolsa de couro, mascam chicletes, usam creme rejuvenescedor, alimentam seu cachorrinho com ração, etc., todos obtidos de fonte animal

Já ouviram falar da ecologia rasa e profunda? Tenho notado as pessoas se agarrarem com força numa ecologia rasa e dizerem com orgulho que são socialmente, ambientalmente e (…mente, etc.) corretas. Por exemplo, empresas de automóveis “preocupadas” com o impacto ambiental devido à queima de combustíveis fósseis têm lançado carros parcialmente movidos à energia elétrica, um modelo híbrido diria de passagem, mas que funciona em certa autonomia sem queimar combustível. Você acha que isso é ecologia rasa ou profunda?

Esse é um caso de ecologia rasa, pois elas estão tentando amenizar um problema mas estão se “esquecendo” de outros que, potencialmente, podem causar impacto no meio ambiente, como o pneu (derivado do petróleo). Se fôssemos aplicar a ecologia profunda a mudança, como o próprio nome diz, seria profunda. Em outras palavras, ir a pé para o trabalho já seria a aplicação dessa ecologia. Estamos preparados para isso? (Entenda mais sobre ecologia rasa e profunda)

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Economia verde (foto: Eco4U)

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O papel do veterinário contra o bioterrorismo – Olimpíadas 2016

Um tuíte publicado na rede chamou a atenção mundial, onde dizia: “Brasil, vocês são nosso próximo alvo. Podemos atacar esse País de m…”. A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) considerou o perfil do jihadista autêntico e em nota afirmou: “A probabilidade de o país ser alvo de ataques terroristas foi elevada nos últimos meses, devido aos recentes eventos terroristas ocorridos em outros países e ao aumento do número de adesões de nacionais brasileiros à ideologia do Estado Islâmico”.

Jihadista do Estado Islâmico
Perfil do Twitter do Jihadista que disse que o Brasil será o próximo alvo do Estado Islâmico (foto: Reprodução/Twitter)

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Notícias e as redes sociais. Posso confiar?

Imagine a seguinte capa de matéria compartilhada nas redes sociais:

PESQUISA REVELA: COMER PICANHA EMAGRECE!”

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“Pesquisadores da Universidade de Harvard nos Estados Unidos da América (EUA) revelaram que comer 1 kg de picanha (com gordura) por semana, emagrece”!

Acreditem… essa matéria poderia se tornar verdade acaso o leitor não a lesse!

Não existe nenhuma pesquisa (pelo menos que eu saiba) que prove o que eu afirmei acima. Acontece que, nos dias de hoje, grande parte dos internautas brasileiros perderam a capacidade de ler (e investigar) as matérias divulgadas na mídia, principalmente nas redes sociais. Vivemos numa era em que uma simples “chamada” da matéria pode construir ou destruir teorias. Sabe aquela conversa de final de semana: “Vi na internet que comer picanha emagrece!”, pois é, as vezes o leitor nem checou o conteúdo… acontece muito. 

Meu objetivo aqui é mostrar que:

  1. Investigamos pouco o que é postado nas redes sociais;
  2. Nem toda pesquisa científica é fidedigna.

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