Os 11 melhores filmes com cães

Quem nunca aqui se divertiu e se emocionou com filmes relacionados aos peludos de quatro patas? Não é à toa que a maioria dos filmes relacionados aos caninos acabam se tornando blockbusters mundiais, marcando a vida de diversas gerações.

Levando em consideração esta proposta, resolvi fazer uma lista com os 11 melhores filmes com cães. Espero que gostem, e se ainda não assistiu algum dos filmes citados, não perca tempo e assista logo! Alguns estão disponíveis na Netflix e outros no Youtube Filmes para alugar! 🙂

11. A Incrível Jornada

Sinopse: Você vai se apaixonar por Chance, um Buldog trapalhão, por Sassy, a charmosa e engraçada gatinha que se comporta como um princesa e por Shadow, o adorável e inteligente Golden Retriever. A grande aventura começa quando estes irresistíveis animais de estimação decidem voltar para casa sozinhos, depois de terem ido separados de seus queridos donos. na incrível aventura de volta para casa, atravessando as montanhas, eles vão enfrentar grandes perigos, animais ferozes e as dificuldades do caminho e da natureza. Um filme inesquecível sobre amor, coragem e dedicação.
Pitaco pessoal: não há como esquecer desse incrível trio. Lembro-me até hoje da voz do dublador do Chance, da Sassy e do Shadow, clássico eterno das fitas VHS.
Lançamento: 1993.
Gênero: aventura/comédia.

10. Meu Cachorro Skip

Sinopse: O ano é 1942. Enquanto os aliados salvam o Mundo Livre da ameaça nazista . Willie Morris ( Frankie Muniz) vive isolado do resto do mundo. Tudo que este tímido garoto deseja é um amigo. Afinal, aquele que ele considera seu único e verdadeiro amigo. Dink Jenkins (Luke Wilson) se alistou no exército e está prestes a embarcar para a Europa. Em casa, Willie vive dividido entre o pai linha dura(Kevin Bacon) e a compreensiva mãe (Diane Lane), que percebe a carência do filho. Um presente muda a vida de Willie, ao completar nove anos ele ganha o cãozinho Skip, que além de amizade lhe dá mais segurança, se aproximar da garota mais bonita da escola e provar se valor.
Lançamento: 2001.
Gênero: drama.

Read more

O mercado de trabalho na medicina veterinária

De todas as dúvidas que os estudantes de têm, essa é a mais frequente: como está o mercado de trabalho na medicina veterinária? Mas, antes de respondermos estas perguntas, temos que ter em mente alguns pontos muito importantes:

  1. A qual a área que você está se referindo? A nossa profissão é gigantesca, e cada área possui diferentes aspectos em relação à concorrência e remuneração, por isso é complicado compará-las entre si.
  2. Onde você está? Essa pergunta é fundamental, visto que as áreas da vet têm desenvolvimentos diferentes dependendo da região do nosso país.

De qualquer forma, tentei realizar um resumo abaixo sobre as principais áreas da veterinária. Lembrando que esse é o meu ponto de vista, como clínico de pequenos animais. Portanto, se você não concordar, não se exalte, vamos conversar nos comentários! 🙂 Se ainda restar dúvidas, o mais indicado seria você conversar com um profissional atuante na área, afinal, nada melhor do que conversar com os mestres em suas próprias especialidades!

Estágio remunerado durante a faculdade

Em Curitiba, onde fiz o colegial, era relativamente muito fácil achar estágios remunerados, principalmente em universidades e órgãos públicos. Eu mesmo, fiz estágio na gráfica da UTFPR e no Tribunal de Justiça em 2008, na qual ganhava R$ 415,00, salário maior do que a bolsa de iniciação científica do CNPq (R$360,00). Isso na época que não vigorava a lei do estágio. Há alguns meses conversei com alguns estagiários de lá, e eles me informaram que estão tirando em média 800 reais por mês (cara, isso para ensino médio!).
Tomei um baque tremendo quando entrei na veterinária e descobri que nenhum estágio é remunerado, salvo raras exceções. A verdade é que veterinários autônomos ou donos de clínica não podem deixar estagiários realizarem procedimentos invasivos. Isso faz com que seja o próprio veterinário que realiza a maior parte do trabalho que exige conhecimento específico, fazendo com que o estágio seja meramente observatório. Um próprio veterinário me disse uma vez “Para que vou pagar um estagiário? Para ele ficar me olhando fazer as coisas?”.
As alternativas que muitos acadêmicos encontram são: 1) trabalhar fora em um lugar x, como garçom, por exemplo; 2) Conseguir uma bolsa de iniciação científica, projeto de extensão ou de ensino; 3) Criar um blog.

Clínica de pequenos animais

Esta, com certeza absoluta, é a área mais saturada da vet. Também, pudera, com mais de 200 faculdades país a fora, é de se esperar que não haja emprego para todo mundo. Se cada faculdade formar 40 alunos por ano (o que é muito baixo), em um ano temos 8  mil novos veterinários no mercado. Em dois anos, ultrapassariam o número de veterinários presentes hoje no estado do Paraná! Eu sei que essa conta é utópica, mas já mostra um pouco da realidade da profissão, ainda mais porque 70% dos alunos querem clínica de pequenos animais.

As grandes cidades estão muito saturadas de veterinários de animais de companhia. Muito mesmo. Na realidade o difícil não é nem arranjar emprego, mas sim arranjar um emprego decente. A possibilidade que há para quem está se formando agora é a constante atualização. Eu mesmo, não me imaginaria saindo da faculdade sem pelo menos ter feito residência ou até mesmo um mestrado. Acredito que aí seja o ponto forte, já que o mercado não aguenta mais clínicos gerais, mas está clamando por veterinários especialistas.
Muitos veterinários especialistas autônomos estão obtendo sucesso considerável com seu trabalho, percorrendo diferentes clínicas pelas cidades. O único revés é que se tornar especialista custa dinheiro (muito dinheiro), seja com equipamentos ou cursos de pós-graduação.
Outra coisa que vários colegas reclamam muito é a desvalorização do serviço pelos próprios veterinários, vulgarmente falando a “prostituição” da profissão. É de se esperar, visto que muitos vets tentam sobreviver cobrando o mínimo possível, o que acaba se tornando um mecanismo de feedback positivo: quanto mais se “prostitui”, mas prostituída a profissão será. Essa é uma realidade triste, mas que pode ser revertida com a união efetiva da classe aliada à uma maior participação dos CRMVs e sindicatos.

Minha maior dica para quem se formar e quiser trabalhar como clínico é fazer residência. Aliás, minha maior dica para todo mundo é: faça residência. Assim você terá treinamento prático supervisionado e poderá entrar no mercado de trabalho realmente apto para exercer a profissão. Depois que você finalizar sua residência, aí sim procure um curso de especialização propriamente dito. Read more

Lições de um veterinário sobre a Operação Carne Fraca da PF.

Todos nós ficamos sabendo da maior operação da história da PF ocorrida na Sexta-feira dia 17/03/17. Diversos servidores públicos do MAPA (Ministério da Agricultura) foram presos e empresas tiveram mandados de busca e apreensão. O que está havendo com a indústria da carne? Devemos temer ou foi apenas um caso isolado?

Passado-se alguns dias, alguns esclarecimentos chegaram à tona como a questão do papelão em embutidos cárneos, cabeça de porco na linguiça, uso de ácido ascórbico para “maquiar” produtos estragados, etc. (leia mais aqui). Todavia a notícia abalou o país, gerou desconfiança no  consumidor e certo descrédito às empresas alimentícias. Através desse post quero mostrar que lições podemos tirar desse ocorrido e peço ao leitor que acompanhe meu raciocínio até o final.

Na minha opinião existem três grandes lições que podemos tirar aqui como estudantes ou graduados em Medicina Veterinária, que são:

  1. O conhecimento técnico em operações específicas não pode ser desprezado.
  2. O poder da internet e redes sociais (para o mal).
  3. Não tomar conclusões precipitadas antes de acusar algo/alguém.

Read more

Residência ou mestrado: qual devo escolher?

Embora a resposta seja bastante simples, muita gente ainda tem dúvida sobre a diferença destes dois tipos de pós-graduação: a residência e o mestrado. A verdade é que ambos estão ficando cada vez mais comum em nossa profissão e, para que o profissional se destaque, estes cursos já estão praticamente se tornando obrigatórios. Bom, vamos lá!

Antes de mais nada, eu preciso explicar sobre a diferença entre pós-graduação lato sensu strictu sensuStrictu sensu são aquelas consideradas “estritas” e que valem como título, como o mestrado e doutorado e ao final do curso o aluno receberá um diploma. Já as lato sensu são especializações (incluindo MBA, com carga horária mínima de 360 horas) e, ao final do curso, o aluno recebe um certificado. Read more